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Calculadora de Férias CLT 2026

Descubra o custo real das férias do seu funcionário: salário + 1/3, FGTS a recolher, abono pecuniário e quanto reservar todo mês para não ser surpreendido.

Perspectiva do empregador

Mostra o que sai do seu bolso, não só o que o funcionário recebe

FGTS incluído

Custo total real com o depósito obrigatório de 8%

Provisão mensal

Quanto guardar por mês para não levar susto

Calculadora de Férias CLT 2026

Perspectiva do empregador: custo real, FGTS e quanto reservar por mês

Salário bruto do funcionário
R$
Dias de férias a que tem direito

Preencha o salário bruto para ver o cálculo

Calculadora para fins didáticos e de planejamento. INSS calculado com tabela progressiva estimada para 2026 (base: salário mínimo R$ 1.621). IRRF não incluído: pode ser zero para trabalhadores com base de cálculo até R$ 5.000 após a reforma tributária de 2026. Confirme os valores com seu contador. A responsabilidade pela exatidão do cálculo é sempre do usuário e do profissional responsável.

Como calcular férias de funcionário CLT em 2026

A remuneração de férias CLT tem dois componentes obrigatórios: o salário proporcional ao período de direito e o adicional constitucional de um terço. Para 30 dias completos, a fórmula é Férias brutas = Salário + 1/3 do salário. Sobre esse valor incide o INSS (pago pelo funcionário) e o FGTS de 8% (pago pela empresa). O resultado final é o custo que você precisará desembolsar antes do início do período de descanso.

O prazo de pagamento é um ponto que muitos empresários ignoram: as férias devem ser pagas até dois dias úteis antes do início do período. Quem atrasa paga em dobro. Se o funcionário começa as férias em uma segunda-feira, o depósito precisa estar na conta na quinta-feira anterior.

O número de dias de direito depende das faltas injustificadas no período aquisitivo de 12 meses: até 5 faltas garantem 30 dias, de 6 a 14 faltas resultam em 24 dias, de 15 a 23 faltas em 18 dias, e de 24 a 32 faltas em 12 dias. A calculadora acima considera todas essas faixas.

O que é abono pecuniário e como afeta o custo para a empresa

O abono pecuniário é o direito do funcionário de vender até um terço do período de férias. Para uma entidade de 30 dias, isso representa 10 dias vendidos e 20 dias de descanso efetivo. A decisão é sempre do empregado e deve ser comunicada com pelo menos 15 dias de antecedência. O empregador não pode negar nem estimular.

Do ponto de vista do custo: o abono pecuniário é isento de INSS e de FGTS, o que o torna um componente diferente das férias regulares. Quando o funcionário opta pelo abono, o custo total para a empresa sobe (porque se paga o abono além das férias integrais), mas o peso do FGTS é proporcionalmente menor. A calculadora mostra o impacto exato em cada cenário.

Por que provisionar férias todo mês

A cada mês trabalhado, o funcionário acumula um doze avos do direito às férias. Isso significa que o custo das férias não aparece de uma vez no futuro: ele acontece todo mês, mesmo que o desembolso seja concentrado na hora da aprovação. Empresas que não provisionam mensalmente sofrem com impacto de caixa quando as férias chegam, muitas vezes atribuindo isso a "sazonalidade" quando é simplesmente falta de planejamento.

A regra prática: reserve 12% do salário bruto de cada funcionário CLT todo mês como provisão de férias. Esse percentual cobre exatamente o salário + 1/3 dividido por 12 meses, mais o FGTS de 8% sobre o valor. A calculadora mostra esse número individualmente para cada cenário que você simular.

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